Palotina lançou na última quinta-feira (1) o Protocolo Municipal de Atendimento às Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência, documento que estabelece diretrizes e fluxos para a atuação dos órgãos que integram a rede de proteção.
O protocolo orienta profissionais da assistência social, saúde e educação, além de agentes de segurança, integrantes do sistema de Justiça e conselheiros tutelares. A proposta é integrar os atendimentos e estabelecer procedimentos para o acolhimento e encaminhamento de crianças e adolescentes.
Rede integrada
O documento contempla situações de violência física, psicológica e sexual, além de casos de negligência.
Entre os objetivos está evitar a revitimização durante o atendimento, com encaminhamentos articulados entre os diferentes serviços envolvidos na proteção de crianças e adolescentes.
Lançamento oficial
Participaram do lançamento a vice-prefeita Judith Burin Sendtko, representando o prefeito Rodrigo Ribeiro; o vereador Filipe Luís Brustolin, representando a Câmara Municipal; o promotor de Justiça Teilor Santana da Silva; e a promotora substituta Ana Luiza Resende.
Também estiveram presentes a secretária de Assistência Social, Regina Ticianeli Stefanello; Silvia Meneghetti, representante do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA); a conselheira tutelar Neusa Aparecida; Lacy Riedi, representando a OAB; a secretária de Educação, Marinês Marafon Kuki; e a secretária de Saúde, Cleidi Gubert.
Formação profissional
A orientação, condução, elaboração e diagramação do protocolo ficaram sob responsabilidade do Instituto Ranai. A programação também incluiu capacitações com o psicólogo Rudinei Luiz Beltrame voltadas aos profissionais da rede de atendimento.
Durante o lançamento, crianças e adolescentes atendidos pelo Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, Unidade Conviver, apresentaram a canção “Direito de ser criança”, por meio da oficina de musicalização desenvolvida pelo professor Gilson Marcio do Nascimento.
A Unidade Conviver atende, em média, 63 crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, nos períodos da manhã e da tarde.
Segundo a administração municipal, as oficinas desenvolvidas no espaço trabalham convivência social, fortalecimento de vínculos comunitários, habilidades e expressão cultural.
Redação Palotina 24 Horas com informações da Assessoria
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