Eleições 2026

Filipe Barros e Deltan Dallagnol são eleitos senadores pelo Paraná

Candidatos do PL e Novo conquistaram as duas vagas em disputa neste domingo (4) e terão mandato de oito anos a partir de 2027.

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Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) - Divulgação/Câmara dos Deputados

Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) foram eleitos senadores pelo Paraná neste domingo (4). Os dois conquistaram as duas vagas do estado que estavam em disputa nas Eleições 2026.

Com a apuração avançada, Filipe ultrapassou a marca de 3,1 milhões de votos, enquanto Deltan recebeu cerca de 2,88 milhões. Os dois assumem o mandato em 1º de fevereiro de 2027 e permanecem no Senado até janeiro de 2035.

Resultado parcial

Na parcial divulgada com 97,86% das urnas apuradas, Filipe Barros tinha 27,35% dos votos válidos e Deltan Dallagnol aparecia com 25,24%.

Alexandre Curi (Republicanos) estava na terceira colocação, com 16,75%, seguido por Gleisi Hoffmann (PT), com 13,29%, e Dr. Rosinha (PT), com 9,97%.

Nas Eleições 2026, cada eleitor pôde votar em dois candidatos ao Senado. Isso ocorre porque, neste pleito, são renovadas duas das três cadeiras de cada estado. O mandato de senador tem duração de oito anos.

Novos senadores

Filipe Barros tem 35 anos, é advogado e atualmente exerce mandato de deputado federal pelo Paraná. Antes de chegar à Câmara dos Deputados, foi vereador em Londrina.

Deltan Dallagnol tem 46 anos e foi procurador da República. Ele ficou conhecido nacionalmente por ter coordenado a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba entre 2014 e 2020.

Em 2022, Deltan foi eleito deputado federal pelo Paraná, mas teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2023. Depois, passou a atuar como liderança do Novo.

Situação jurídica

A candidatura de Deltan passou por uma reviravolta na Justiça Eleitoral na véspera e no próprio dia da votação.

No sábado (3), uma decisão monocrática do ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, havia indeferido o registro de Deltan e determinado a nulidade dos votos recebidos pela chapa.

Na manhã deste domingo, porém, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, suspendeu a decisão. Com isso, o registro voltou à situação de deferido com recurso e os votos foram contabilizados normalmente na apuração. A validade definitiva do registro ainda depende do julgamento do plenário do tribunal.

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Redação Palotina 24 Horas com informações da Agência Senado e da Justiça Eleitoral
Reprodução permitida desde que seja mantido o crédito ao Palotina 24 Horas.

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